terça-feira, 3 de março de 2015

Paysandu anuncia a contratação do atacante Souza


Com passagens por clubes tradicionais do futebol brasileiro, jogador foi artilheiro do Brasileirão em 2006

Se o torcedor do Paysandu esperava um nome considerado de ‘peso’ para a temporada 2015, a diretoria tratou de atender. No início da noite desta terça-feira (3), o Papão anunciou a contratação do atacante Souza, de 32 anos, com passagens por clubes como Vasco-RJ, Corinthians-SP, Flamengo-RJ e Bahia-BA.
Revelado no Vasco da Gama, o jogador ganhou projeção nacional quando atuou pelo Goiás-GO, no Campeonato Brasileiro de 2006, sendo o artilheiro daquela edição da competição, com 17 gols. Depois rodou por vários clubes do Brasil e exterior. O atleta estava no Criciúma-SC.
Depois de negociação que não deu certo no início do ano, Souza chega para ser o grande nome do Bicola nas disputas do Parazão, Copa Verde, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro da Série B. O desembarque do atacante em Belém está marcado para esta quarta-feira (4).
**Fonte Portal ORMNews

Marlon de volta ao time titular

De volta à condição de titular, após passar um período de ostracismo da reserva, o lateral esquerdo Marlon, do Paysandu, comentou sobre o seu momento de recondicionamento físico. Para muitos interlocutores, Marlon perdeu a camisa 6 de titular para Romário por não apresentar um bom desempenho físico. De acordo com o lateral, contratado junto ao Vasco-RJ, realmente, ocorreu um déficit, que tornou a sua competitividade complicada. Marlon não criticou diretamente, mas deu a entender que Cláudio Café, preparador físico da confiança do treinador Sidney Moraes, demitido do clube, não individualizou o seu trabalho, o que causou dificuldade para a readaptação ao futebol paraense. O jogador foi revelado no Pinheirense e, antes de rodar o Brasil por equipes do Sul e Sudeste, passou por Tuna Luso e Remo, com destaque.
“Eu falo por mim: confesso que senti um pouco. Já tinha feito a parte física e acabei sentindo”, explicou, detalhando que fez a pré-temporada no Vasco-RJ. Ele foi claro ao comentar o que faltou no trabalho da comissão técnica anterior. “Faltou carga para mim, faltou mais trabalho. Procurei trabalhar e o (Cláudio) Café era gente boa. Quando estávamos começando o trabalho de um longo prazo, ele acabou saindo da equipe”, reiterou. Marlon considera que a nova comissão técnica, com novo treinador, preparador físico e auxiliar-técnico, retomou o trabalho físico e técnico de maneira diferente. “O Fred (Pozzebon, preparador físico) está colocando em prática o trabalho dele, e ele trabalha totalmente diferente do Café. Nossa equipe correndo mais em campo”, assegurou.
Marlon também deu a sua versão sobre a troca do comando técnico, colocando o ponto de vista do elenco. “Serve de motivação para os jogadores que não vinham jogando. Todos procurando trabalhar, até porque o trabalho do Dado é diferente do Sidney. O  Dado trabalha mais intenso, cobra muito. O Sidney tem um trabalho totalmente diferente. Não conseguimos assimilar muito bem o trabalho do Sidney”, admitiu. 
**Fonte JAmazonia

"Intensivão" de treinos é mantido no Paysandu

Ontem, no primeiro treino visando o jogo de sábado (7) pela Copa Verde contra o Nacional de Manaus, no estádio da Curuzu, o técnico Dado Cavalcanti realizou atividade em dois períodos, com treino técnico e tático, pela manhã, no campo do Kaza e atividade física na Curuzu pelo horário da tarde. O treinador vem apostando em métodos intensos de treino, com muita orientação e repetições, e sinaliza manter o sistema com três atacantes utilizado no coletivo de domingo, com Bruno Veiga, Érico Junior e Aylon, para o final de semana.
Hoje o grupo ganhou um desfalque para os trabalhos. Após Ricardo Capanema, que continuou afastado reclamando de dores, foi a vez do atacante Leandro Cearense amanhecer sentindo dores na coxa e ser poupado. O lateral esquerdo Romário, que também havia sido afastado por dores na coxa, retornou aos trabalhos com o grupo. Mas o técnico sinaliza em manter Marlon na faixa esquerda do campo.
Marlon admitiu que não vem jogando na sua melhor forma física, em grande parte por ter chegado tarde ao time. “Quando eu cheguei o período de pré-temporada já tinha acabado. Sentia que ficou faltando algo na preparação física. Cheguei a conversar com o Claudio Café sobre essa situação e íamos realizar um trabalho de longo prazo quando ele saiu”, afirmou o atleta.
Com negociações demoradas envolvendo o Vasco da Gama e Figueirense, Marlon foi um dos últimos atletas a fechar com o Paysandu. Chegou ao clube às vésperas do amistoso contra o Remo, dia 20 de Janeiro, e já naquele amistoso começou a ser aproveitado como titular e seguiu na equipe até a partida de volta entre Paysandu e Santos na Copa Verde. 
**Fonte Diario do Pará

Papão com três na frente

Time bicolor faz treinamento na Curuzu com trio ofensivo formado por Érico Jr., Bruno Veiga e Aylon

O treinador do Paysandu, Dado Cavalcanti, já está dando uma feição do que pretende implantar na equipe. A julgar pela indicação de mais um dia de trabalho, Dado vai tentar aproveitar a vocação ofensiva da equipe. Surpreendentemente, ele tirou da cartola Érico Jr, já recuperado de contusão, escalando o time com três atacantes, mantendo Bruno Veiga e Aylon. Foi o que se observou no treinamento de ontem. O Paysandu se prepara para encarar o Nacional-AM, pelo jogo de ida da ida da segunda fase da Copa Verde. A partida está marcada para o estádio da Curuzu e, desta forma, a obrigação dos bicolores é tentar se impor e construir uma vantagem que encaminhe a classificação para a terceira fase do campeonato.   
Dado Cavalcanti já havia dito que se ocuparia em estudar o perfil dos atletas disponíveis, e tentaria implantar um estilo de jogo baseado nas análises. Aliás, ao que parece, Dado vai apostar em uma situação. Os três jogadores de ataque têm características semelhantes, de explorar velocidade e habilidade pelas pontas do campo. Pelo que foi observado, um atleta atuará mais centralizado, caso de Aylon. No entanto, o próprio jogador admite que não consegue jogar em uma faixa de campo mais infiltrado na área. “Eu, mesmo quando jogo como atacante, saio para buscar o jogo. Faz parte das minhas características”, disse.  Para abastecer o sistema de ataque, o meio-campo Rogerinho deverá ser o principal responsável, optando por fazer lançamentos e passes preferencialmente para as laterais. Trata-se de uma estratégia para, provavelmente, lidar com um sistema defensivo do Naça, que não deve se expor em plena Curuzu.  
No sistema defensivo, também há novidades. O lateral esquerdo Marlon recuperou a condição de titular, deixando Romário como opção entre os suplentes. Mais à frente, precisamente no setor de meio-campo, Dado Cavalcanti não teve o volante Ricardo Capanema, lesionado, e a alternativa foi uma substituição simples. Jhonnathan foi recuado para a condição de segundo volante, atuando ao lado de Augusto Recife. No setor de armação, foi barrado o meia-armador Carlinhos.
Portanto, o time titular treinou com: Andrey, Yago Pikachu, Dão, William Alves e Marlon; Augusto Recife, Jhonnathan e Rogerinho; Érico Jr, Bruno Veiga e Aylon. No decorrer da movimentação, Aylon saiu, para a entrada do meio-atacante Leleu. Jhonnathan também foi para o time reserva, e Radamés teve uma chance. Por fim, Yago Pikachu cedeu a sua vaga para Djalma. O treinamento teve um gol assinalado por Bruno Veiga.
**Fonte JAmazonia

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dado evita polêmicas

Novo treinador do Paysandu tenta não criticar ex-comissão técnica e mira “no futuro”

No último sábado, Dado Cavalcanti, treinador do Paysandu, voltou a conversar com a imprensa, exatos três dias depois da sua apresentação oficial, seguindo o cronograma estabelecido pelo clube. O contato com os repórteres ocorreu logo depois de um treinamento técnico e tático concluído, no campo do Kaza, em Ananindeua.
Político, evitando qualquer tipo de crítica ao trabalho do antecessor, Dado evitou entrar em conflito com Sidney Moraes e com a comissão técnica anterior do Paysandu. “Não tenho direito nenhum de chegar e explicitar o que visualizei. Meu trabalho é para tentar uma evolução. As situações foram feitas internamente, por uma questão ética”, ponderou. Curiosamente, é a terceira vez que Dado Cavalcanti sucede Sidney Moraes. Anteriormente, as situações se repetiram na Ponte Preta-SP e no Náutico-PE. No Timbu pernambucano, Dado fez um trabalho que evitou o rebaixamento da equipe para a Série C, e foi avaliado como satisfatório.
O novo treinador do Paysandu, no entanto, foi elegante ao garantir a qualidade do plantel, formatado em conjunto, a partir da análise da diretoria e da ex-comissão técnica bicolor. “(O grupo) Tem qualidade, tem deficiências, mas temos qualidade”, enfatizou, prosseguindo. “Cabe a mim identificar os erros, corrigi-los, e trabalhar em cima da qualidade. Não vamos escancará-las. Meu foco é em cima disso”. Mensalmente, o plantel alviceleste gasta na ordem de R$ 400 mil e se prepara para a disputa da Copa Verde, do segundo turno do Estadual e visualiza a Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro da Série B.
Dado ressaltou que se preocupará apenas com a evolução da equipe, embora não tenha explicitado se o principal problema identificado é de ordem física, técnica ou tática. “Já tive experiência em assumir equipe assim. Conheço a grande maioria dos jogadores, estou tendo a oportunidade de conhecer outros. Isso é vantajoso.” Adepto a treinos individualizados, diferente da maioria dos companheiros de profissão, Cavalcanti assegurou que tentará dar um padrão de jogo à equipe de forma simples. “Não acredito em invencionice, claro que já fiz isso em um período onde tinha as peças para fazer isso. Não vou fazer algo que os jogadores não entendam. Não adianta ter a teoria e não visualizar a prática.” No que depender do novo comando, não haverá nenhum tipo de amistoso, sequer jogo-treino, antes do desafio contra o Nacional-AM, no próximo sábado. “Não há tempo para amistosos. O teste vai ser no jogo”, discursou Dado.
**Fonte JAmazonia

Time não deve sofrer mudanças por enquanto

Apesar da imprensa não ter sido liberada para acompanhar a movimentação, a reportagem apurou que o primeiro coletivo da era Dado Cavalcanti mostrou tendência favorável a manutenção dos 11 titulares, se comparado ao último jogo oficial da equipe, a vitória contra o Paragominas por 2 a 1. Os titulares foram: Andrey, Pikachu, Dão, William Alves e Romário, Augusto Recife, Ricardo Capanema, Jhonnathan e Carlinhos; Bruno Veiga e Aylon. Apesar da indicação, é provável, contudo, a titularidade de Rogerinho, assim que se recuperar plenamente de uma contusão muscular. A previsão é que o jogador seja reintegrado ao grupo hoje,
Sob o comando de Dado Cavalcanti, foi a primeira simulação da equipe que vai encarar um compromisso importantíssimo para a pretensão do clube, que é o desafio contra o Nacional-AM, pelo jogo de ida da Copa Verde, no estádio da Curuzu, sábado (07). É necessário abrir uma vantagem, considerando que o Paysandu decidirá a vaga, fora de casa.
Quem parece estar garantido no time é o atacante Aylon, titular nas duas últimas partidas do time, e que conseguiu dar uma nova feição ao ataque bicolor, imprimindo velocidade e dribles rápidos. “Vou pegando confiança com o ritmo de jogo, vinha sem jogar desde o ano passado. E o futebol vai fluindo.”
Assim como Bruno Veiga, Aylon ainda não conseguiu, entretanto, deixar a sua marca em jogos oficiais. A falta de gols gera preocupação, sobretudo, quando há a lembrança do gol desperdiçado contra o PFC. Ele ‘roubou’ a bola do zagueiro e, em disparada, saiu na cara do goleito, finalizando nos pés do camisa 1, contudo.  “Incomoda um pouco, eu quero sempre fazer gols e ajudar o Paysandu. Eu procuro estar sempre dentro da área, tanto quando jogo como atacante, ou de segundo atacante. Eu creio que gol vai sair naturalmente.”
**Fonte JAmazonia

domingo, 1 de março de 2015

Tempo de reestruturação

Com a saída de Sidney Moraes, bicolores avaliam o que foi feito antes de projetar o futuro na temporada

Na última sexta-feira, 27, os efeitos de uma passagem irregular, pouco efetiva, do treinador Sidney Moraes no comando do Paysandu, já ficaram claramente expostas. O atacante Bruno Veiga não foi deselegante, mas enfatizou que não se sentia à vontade no posicionamento utilizado pelo ex-técnico do Paysandu. “Vale salientar que, com o Sidney, estava jogando mais recuado, diferente da posição do Campeonato Brasileiro da Série C, do ano passado. É claro que o posicionamento influencia no rendimento do atleta. Eu não estava acostumado”, disse o principal atacante do grupo, acostumado a ter bons desempenhos com a camisa bicolor, utilizado a sua velocidade e a capacidade para prender a bola no pé.
Embora sendo um dos principais criadores do Papão, Bruno Veiga foi, praticamente, desperdiçado por Sidney Moraes que o tentava colocá-lo para marcar a subida de um dos laterais do time adversário. Sem fôlego suficiente, considerando o início de temporada, o jogador padeceu, tendo atuações apáticas. E o Paysandu, coincidência ou não, acabou surpreendentemente fora das semifinais do primeiro turno do Campeonato Paraense, estagnado apenas na terceira posição do grupo A2. Muito pouco para quem se planeja para encarar a competitiva e longa disputa do Campeonato Brasileiro da Série B.
No entanto, não foi apenas o posicionamento de Bruno Veiga o fator responsável pelo momento de instabilidade da equipe. Aparentemente, são vários problemas que carecem de resolução imediata, se o Paysandu quiser, de fato, se tornar competitivo, objetivando os títulos do Campeonato Paraense e da Copa Verde. Ao que parece, o fato é que Sidney Moraes fez um trabalho de pouco rendimento para o time, a julgar pelos diversos entraves técnicos e táticos, agora sob responsabilidade de correção do novo treinador do Paysandu, Dado Cavalcanti. O comandante do barco aviceleste já deve ter percebido que os desafios são variados. A começar pelo sistema defensivo, precisamente o miolo de zaga.
**Fonte JAmazonia

Zaga é o ponto de maior preocupação

Por enquanto, a dupla de zaga é um ponto nevrálgico do Paysandu. A primeira formação utilizada foi Dão e William Alves. O segundo errou no aspecto posicionamento várias vezes e acabou sacado do time sumariamente. O defensor Magno Alves ganhou a titularidade. E como não foi tão eficiente, não deixou a impressão que é titular absoluto do grupo. E de quebra, ainda se lesionou, permitindo o retorno de William Alves aos 11 titulares.  
Como se não bastasse, Dão também ainda não fez uma partida incontestável, apesar de ter aparentemente falhado menos. Os números gerais não são favoráveis. No Parazão, são quatro gols tomados, média de um por partida. 
A situação é preocupante e, se o treinador Dado Cavalcanti olhar para o banco de reservas, caso não se satisfaça com os atuais titulares, ainda não enxergará Pablo, titular do ano passado, contundido em função de uma luxação no braço esquerdo. 
**Fonte JAmazonia

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Bruno Veiga mostra a que veio

A sequência de duas vitórias do Paysandu coincide com o bom momento do atacante Bruno Veiga. Finalmente, ele voltou a apresentar o futebol que o fez uma das peças fundamentais na campanha bicolor do ano passado, que culminou com o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. A sua recuperação já foi visível na partida de volta contra o Santos-AP, pela primeira fase da Copa Verde. Se os críticos diriam que o adversário não era exatamente um parâmetro, Bruno resolveu calar o tom das dúvidas, confirmando o bom momento no jogo contra o Paragominas, já pela última rodada da fase classificatória do primeiro turno do Campeonato Paraense.
Em um dos lances puxados pelo atacante bicolor, ele passou como quis pelo lateral esquerdo do time adversário, Cristiano, e arrancou para a área do PFC. De lá, cruzou rasteiro para o volante Jhonnatan, que só teve o trabalho de empurrar para um gol vazio. O momento efetivo de gol serviu para retratar o retorno da boa fase de Bruno Veiga. Encarando o Santos, ele também esteve bem, embora não tenha participado diretamente de nenhum momento de gol.
A explicação para a evolução individual do atacante envolve o seu novo posicionamento em campo. O próprio atleta defendeu a tese de que não estava atuando à vontade quando o treinador Sidney Moraes estava no comando da equipe. Veiga relatou que, no esquema montado pelo ex-treinador do Paysandu, ele também era responsável por tentar dar o primeiro combate aos adversários, o que prejudicou a sua performance, segundo o próprio jogador. “Tinha que voltar para marcar o lateral. Era uma posição diferente da que estava acostumado. Não fiz isso no ano passado. Mas a posição que me colocarem, vou ajudar o máximo. Agora sei que tenho condições de ajudar muito mais. Do meio para frente, posso ajudar muito mais. Nesse jogo (contra o PFC), joguei mais adiantado, tive uma melhora grande”, analisou.
Rogerinho Gameleira, treinador interino do Paysandu, que fez o papel de transição entre as eras Sidney Moraes e Dado Cavalcanti, já havia chamado a atenção para o novo posicionamento de Veiga, que flutuava pela lateral direita, principalmente tabelando com Yago Pikachu. 
Para a boa fase se consolidar de uma vez por todas, basta Bruno Veiga voltar à condição de artilheiro em momentos decisivos. No Brasileirão da Terceira Divisão de 2014, Veiga fez seis gols e foi, ao lado de Ruan, o principal goleador do Paysandu na disputa do nacional. Por enquanto, Bruno Veiga acumula um jejum este ano: são seis partidas, todas como titular, e nenhum gol assinalado.
“Incomoda um pouco. Apesar de não ser um jogador da última finalização, já estou acostumado a fazer gol. Não estou acostumado a ficar tanto tempo sem fazer gol. Mas isso serve de motivação”, vislumbrou. De acordo com Bruno Veiga, o jejum o fará trabalhar intensificado o quesito finalização. “Contribui com muitos gols no ano passado. Neste ano venho evoluindo agora. É uma motivação que tenho que buscar dentro de mim e procurar melhorar nos treinamentos, verificando o que não tenho feito nos jogos.”
**Fonte JAmazonia

Bruno Veiga e Pikachu falam sobre primeiro dia de trabalho com Dado

Contratado há três dias, o técnico Dado Cavalcanti tem, nesta sexta-feira, seu primeiro dia efetivamente à frente do Paysandu. O pernambucano quer implementar no Papão a sua metodologia de trabalho portuguesa de preparação e treinamentos, explicada por ele durante a apresentação oficial, na última quarta-feira. Para a maior parte do elenco bicolor, o método é uma novidade, mas não um problema, como afirma Bruno Veiga.
– Esses trabalhos mais curtos realmente dão um ganho mais rápido, e ele (Dado) tem essa filosofia. Para nós jogadores é uma filosofia que é boa. É um pouco novo para mim, mas como ele falou: é fácil de entender, fácil de assimilar. Esse foi um primeiro treino, mas a gente conseguiu assimilar bem. Todos nós estamos com a expectativa muito boa de continuar nessa sequência de viórias que estamos tendo agora. Primeiro dia é isso, trabalhar, conhecer mais dele e ele passar um pouco mais do conhecimento para a gente – contou o atacante.
O lateral-direito Yago Pikachu contou ter ficado satisfeito com o treinador. Ele acredita que esta nova forma de trabalhar deverá acelerar o entrosamento do time para a sequência das 
– Impressão boa, é um treinador que cobra bastante. Não muda muito do Sidney, até por ser jovem, mas tem a filosofia dele, diferente. Nesse primeiro contato deu para ver que a gente vai se entrosar o mais rápido possível, para seguir por um caminho de vitórias durante a temporada toda. Esse primeiro treino (pela manhã) foi mais posse de bola, movimentação. Acho que isso é o que ele vai cobrar a gente bastante: tocar para o nosso companheiro e se deslocar para o espaço vazio – explicou o lateral.
Dado chega em um momento oportuno. Com a equipe fora das semifinais do Campeonato Paraense, ele terá bastante tempo para conhecer melhor o grupo que tem em mãos e poder adaptá-los ao novo método. São oito dias de folga no calendário até o próximo compromisso do Papão, contra o Nacional-AM, pela Copa Verde.
– Tem bastante tempo para o próximo jogo. Creio que o Dado vá colocar a filosofia de trabalho dele, vai colocar os onze melhores, que ele achar. Apesar de ele já ter trabalhado com alguns jogadores, para a maioria é o primeiro contato. Então a gente tem esse tempo para se conhecer e ver o que ele vai colocar, o esquema, jogadores. Isso não vai ser problema. Creio que a gente vá chegar no dia do jogo contra o Nacional bem preparado – opinou Pikachu.

O atacante Bruno Veiga, que não começou bem o ano mas vem crescendo de produção, também acredita que o Paysandu tem muito a melhorar na temporada. Ele espera paciência do torcedor, mas conta que fisicamente os jogadores estão evoluindo, o que também deverá melhorar as atuações na Copa Verde e no estadual.

– Sempre dá para melhorar. Claro que é início de temporada, e se a gente falasse que estamos no nosso máximo, no ápice, estaríamos mentindo. Não só o preparador físico que chegou, mas também o Cláudio Café, que fez um bom trabalho, uma boa pré-temporada. O ritmo a gente adquire com as partidas. No decorrer dos jogos, das competições, a gente vai aumentando a nossa capacidade física. Não é de um dia para o outro que a gente chega no nosso melhor. É dia a dia, trabalhando, jogo a jogo.

**Fonte GloboEsporte/PA