terça-feira, 31 de março de 2015

Preços de ingressos são reduzidos

Ciente de que o jogo não tem tanto apelo, em função da pouca representatividade do Águia Negra-MT, a diretoria do Paysandu resolveu fazer uma promoção para que o estádio da Curuzu se aproxime da lotação máxima - cerca de 16 mil pagantes. Os dirigentes querem um público acima de 10 mil no jogo de amanhã, acreditando que a vitória no Re x Pa possa ter um peso favorável. Diante da circunstância, o valor dos ingressos será drasticamente reduzido, para R$ 20,00 (arquibancada) e R$ 40,00 (cadeira). 
A venda dos ingressos, em dois pontos, na sede social e no estádio da Curuzu, já foi iniciada e prosseguiu ontem, embora com ritmo ainda lento de comercialização. Hoje, o horário de venda será das 8h30 até as 17 horas. No dia do jogo, a venda se inicia às 8h30 e continuará até momentos antes da partida, apenas na bilheteria da Curuzu. O Paysandu não se pronunciou sobre a carga de ingressos disponíveis.
**Fonte JAmazonia

Bicolores afirmam que a euforia já passou

A vitória e o ‘banho de bola’ aplicado sobre o maior rival, no final de semana, ainda ecoavam ontem pela Curuzu. Mas apenas entre os torcedores e funcionários do clube.
O elenco bicolor preferiu esquecer o Re-Pa e focar as atenções no Águia Negra-MS, adversário de amanhã, pela Copa do Brasil. O resultado frente ao Remo injetou boa dose de moral na equipe, mas o técnico Dado Cavalcanti e seus comandados sabem que precisam cumprir com o dever de casa, eliminando o time sul-mato-grossense, na Curuzu, para que o Papão possa avançar à segunda fase do torneio.
No primeiro confronto entre as equipes, em Rio Brilhante, a equipe bicolor chegou a estar vencendo por 2 a 0. Após o intervalo, porém, voltou para o segundo tempo relaxada e acabou cedendo o empate.
Com isso, o Papão precisa de uma vitória simples para se classificar. Empate em 0 a 0 ou 1 a 1 também favorece os bicolores. Um placar igual do jogo de ida leva a decisão para os pênaltis. Com empate acima de dois gols, a vaga é do visitante, assim como a vitória.
Para evitar que seu time seja surpreendido pelo Águia, o treinador bicolor já começou a preparar seu time ontem, quando o elenco se reapresentou, na Curuzu.
“A satisfação pela vitória no clássico é momentânea, dura três, quatro horas. Na quarta-feira já temos a Copa do Brasil, uma competição importante para a gente. Não podemos ficar pensando num resultado que já passou”, lembrou Dado.
O treinador alertou que, apesar da boa vitória, o Papão ainda não está garantido na semifinal do returno do Parazão.
“Foi uma boa vitória. A gente estava precisando vencer o nosso maior rival, mas ainda temos mais dois jogos para concluir e garantir o quanto antes a classificação”, salientou Dado, referindo-se aos jogos contra Parauapebas e São Francisco, na sequência do Parazão, nos dias 8 e 12, na Curuzu.
**Fonte Portal DOL

Falta o Paysandu engrenar

Com um plantel caro para os padrões locais, equipe de Dado Cavalcanti ainda enfrenta irregularidade

O elenco do Paysandu tem a maior folha salarial do Campeonato Paraense, com pagamentos mensais se aproximando da faixa de R$ 600 mil. O valor é significativo para o padrão do futebol paraense, mas coerente para um clube que se prepara para disputar a competitiva Série B do Campeonato Brasileiro. Para se ter uma ideia, e a título de comparação, o Botafogo-RJ paga aproximadamente R$1,5 milhão. O alvinegro carioca é o primeiro adversário do Papão na disputa da Série B, em partida marcada para o dia 8 de maio, no estádio do Mangueirão.
A questão é que o patamar financeiro do Papão ainda não se traduziu em um futebol incontestável, apesar da última vitória por 3 a 1 contra o Remo, tanto que o time naufragou na fase classificatória da Taça Cidade de Belém, o primeiro turno do estadual. Antes de passar pelo rival com relativa tranquilidade, os bicolores lidavam com o risco de uma nova eliminação prematura do estadual. No âmbito geral, a campanha se estabelece com 12 pontos, com quatro vitórias e três derrotas. Números somente regulares que conduzem o Papão à terceira colocação da classificação total do Parazão.
O grande problema do time ainda é a irregularidade. No início da temporada, o plantel foi reformulado. Do time titular, utilizado no último domingo, apenas Yago Pikachu, Pablo, Augusto Recife, Ricardo Capanema e Bruno Veiga são remanescentes da campanha de 2014. Por conta das mudanças, o Papão tem um inimigo número 1, que é a irregularidade. Por enquanto, os altos e baixos em meio aos jogos é um drama que se traduz também pelo excesso de dúvidas que pairam sobre parte da equipe titular.
Um dado acaba sendo positivo. O intenso calendário, com jogos a cada três dias, provoca rodízio entre as peças disponíveis, o que leva a definições mais específicas por parte da comissão técnica. São vários pontos chave que carecem de resolução imediata, diante dos jogos decisivos que estão prestes a acontecer.  
**Fonte JAmazonia

segunda-feira, 30 de março de 2015

Ficha Técnica: Clube do Remo 1X3 Paysandu


Clube do Remo 1X3 Paysandu
Campeonato Paraense 2015
4ª Rodada do Returno

Local; Mangueirão
Data: 29.03
Hora: 16hs.
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00

Arbitro: Rafael Klaus, FIFA-SP
Auxiliares: Marcelo Van Grasse, FIFA-SP e Alessandro Rocha Matos, FIFA-SP
Cartões Amarelos: Levy e Ciro Sena (Remo); Pablo e Aylon (Paysandu)
Gols: Rafael Paty (Remo) / Dão, Pikachu e Bruno Veiga (Paysandu)


Remo
Fabiano; Levy, Igor João, Ciro Sena e Jadilson; Dadá (Rony), Alberto, Felipe Macena e Eduardo Ramos; Bismark (Rafael Paty) e Val Barreto (Flávio Caça-Rato). 
Técnico: Zé Teodoro
Paysandu
Emerson; Yago Pikachu, Dão, Pablo e Marlon (Romário); Ricardo Capanema, Augusto Recife, Jhonnatan e Rogerinho (Leandro Canhoto); Bruno Veiga e Aylon. 
Técnico: Dado Cavalcanti

Paysandu domina o Remo e vence clássico no Mangueirão

Jogando melhor que o Leão, Papão fez três gols, levou um, e respirou na tabela do Parazão

No primeiro clássico Re-Pa do Campeonato Paraense 2015, deu Papão. Jogando melhor que o rival desde o começo do jogo, os bicolores bateram o Leão pelo placar de 3 a 1, ganhando um gás na briga pela classificação para a próxima fase do Parazão.
O Paysandu abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos dois minutos, com o zagueiro Dão, de cabeça. Depois, de pênalti, Pikachu aumentou a contagem. Também de pênalti, Rafael Paty descontou para o Leão. No final, Bruno Veiga deu números finais ao confronto no Mangueirão.
A vitória levou os bicolores para o segundo lugar do grupo A2, agora com seis pontos conquistados, um a menos que o líder, o Paragominas. Já o Remo segue em segundo no seu grupo, com os mesmos sete pontos do São Francisco, mas perde nos critérios de desempate.
A dupla Re-Pa volta a se enfrentar no próximo domingo (5), agora pela primeira partida da semifinal da Copa Verde. Antes disso, no meio de semana, os dois jogam pela Copa do Brasil. O Leão, na quinta-feira (2), diante do Atlético Paranaense-PR. Um dia antes, na Curuzu, o Paysandu recebe o Águia Negra-MS.
1ºTempo: Domínio bicolor e vitória parcial - Nos primeiros minutos, o esquema tático e a postura das peças usadas pelos treinadores davam mostras do que seria o primeiro tempo de Remo e Paysandu. No Leão, enquanto os três volantes armados procuravam seus respectivos espaços do gramado para marcar, os três volantes do Paysandu se apresentavam ao jogo e apareciam como elementos surpresas no ataque azulino, especialmente Augusto Recife e Jhonnatan.
Com melhor toque de bola e domínio inicial, nem demorou muito para o Paysandu abrir o placar no Mangueirão. Em cruzamento de Yago Pikachu, o zagueiro Dão subiu no terceiro andar, livre, para tocar no contrapé de Fabiano. 1 a 0.
O Remo ficou tenso com o gol sofrido, passou a errar muitos passes e dar chances claras ao rival, como na saída de bola errada do zagueiro Igor João, que deixou o atacante Aylo livre, mas não acreditou o suficiente para finalizar de maneira certa. Antes disso, no contra-ataque, Bruno Veiga já havia chutado na trave do goleiro azulino.
Com total controle do setor de meio de campo, o Clube do Remo teve que apostar nas mesmas armas do jogo contra o Gavião Kyikatejê, na última quinta, com chutes de longe e cruzamentos para a área. E o gol quase saiu com o zagueiro Ciro Sena, que testou rente a trave de Emerson.
No fim, os bicolores ainda tiveram uma grande oportunidade, com o atacante Aylon, que recebeu de Marlon e chutou da entrada da área, mas Fabiano garantiu o prejuízo mínimo no final dos primeiros 45 minutos, com vitória parcial do Paysandu.
2º Tempo: Leão tenta, mas Papão aumenta - No segundo tempo, Zé Teodoro abriu mão do esquema com três volantes, apostando nas entradas de Flávio Caça-Rato e Rony, nos lugares de Dadá e Val Barreto, deixando o jogo ainda mais aberto. Os azulinos, inclusive, foram para cima na base do abafa, mas a defesa alviceleste se segurou bem.
Com o passar do tempo, o Paysandu foi novamente tomando as rédeas no setor ofensivo, criando boas chances contra o gol de Fabiano. Assim como na primeira etapa, o gol não demorou para sair no segundo tempo, dessa vez em pênalti de Jadilson em cima do volante Jhonnatan. Na bola, Pikachu teve calma e categoria para aumentar. 2 a 0.
O segundo gol ligou o sinal amarelo no Leão, que foi para o tudo ou nada, com a entrada de Rafael Paty no time. Mas foi Flávio Caça-Rato que teve a chance de diminuir, quando recebeu na direita, dominou, e mandou um foguete, que explodiu no travessão de Emerson.
Minutos depois, Levy foi acionado na grande área e dividiu com o zagueiro Romário. O árbitro deu pênalti. O atacante Rafael Paty pediu a preferência da cobrança e não decepcionou, chutando forte e rasteiro, no canto direito do goleiro. 2 a 1.
O gol remista colocou fogo no clássico. A torcida do Paysandu ficou apreensiva, enquanto o turma do azul mais escuro cresceu e empurrou a equipe, mas logo recebeu um golpe duro. Isso por conta do terceiro gol do Bicola, marcado por Bruno Veiga, após jogada que começou em arremesso lateral e deixou a bola viva na área, fechando a conta no clássico. 3 a 1.

**Fonte Portal OPRMNews

Três vezes Paysandu

Bicolores põem o Leão na roda e voltam a estar na zona de classificação para a próxima fase do Parazão

O Paysandu foi superior ao Clube do Remo nos dois tempos da partida de ontem. O próprio treinador do Remo, Zé Teodoro, admitiu a situação, em tom de lamentação, O técnico foi demitido depois do jogo (leia mais sobre a queda do técnico na página 27). O placar de 3 a 1 para os bicolores foi justo. Ontem à tarde, no estádio Mangueirão, em jogo válido pela quarta rodada da Taça Estado do Pará, o segundo turno do Parazão, a verdade é que o Remo escapou de ser goleado. Pelo lado alviceleste, os artilheiros foram Dão, Pikachu e Bruno Veiga. Do lado remista, Rafael Paty descontou. O triunfo do Papão foi decisivo para a equipe voltar à faixa de classificação do grupo A2, ocupando a segunda colocação, com seis pontos, dois a menos que o líder Paragominas. O Paysandu ainda tem um jogo a menos. Já o Remo se segurou na segunda colocação do grupo A1, mantendo os sete pontos.      
Enquanto os torcedores ainda se ajeitavam no estádio, o lateral direito Pikachu cruzou, afastando a bola do alcance do goleiro Fabiano. O zagueiro bicolor Dão, livre de marcação, cabeceou cruzado e marcou o primeiro gol do jogo, logo aos dois minutos. Os remistas pareciam não acreditar e ficavam se questionando, apontando culpados. Atordoado, o time azulino não tomou mais gols por mero acaso. Aos quatro, Rogerinho bateu falta e Fabiano rezou para a bola sair pela linha de fundo. Aos sete, um retrato da superioridade bicolor. Em lance de tiro de meta, o pequeno Aylon ganhou a bola em cima e Bruno Veiga disparou cara a cara com Fabiano. Ele tirou do goleiro, mas o chute parou na trave. Jhonnatan também saiu em condições de finalização, bateu cruzado, mas fraco na mão de Fabiano.
O Remo só assustou após os 15 minutos. Eduardo Ramos cruzou e o zagueiro Ciro Sena cabeceou para fora. Foi, digamos, uma exceção a regra. O Papão continuou em cima, adiantando a marcação. E foi assim que uma bobeada do defensor Igor João quase termina com o segundo gol alviceleste. Igor foi negligente e deu um presente para Aylon. O bicolor passou pelo goleiro, mas Igor João se recuperou a tempo. Ao Remo, diante da fragilidade técnica e tática, restou explorar bolas paradas. Ao Paysandu, faltou um pouco de precisão, principalmente a Aylon. Em um lance de linha de fundo, Marlon rolou a bola e Aylon finalizou de primeira. Fabiano evitou o gol.
**Fonte JAmazonia

domingo, 29 de março de 2015

Jhonnatan sem meias palavras: “Se fizer gol, vou comemorar”

No total, o bicolor Jhonnatan contabiliza seis gols na carreira profissional, que se iniciou em meados de 2012. O número é razoável para bom considerando que é um volante. Destrinchando, são quatro tentos com a camisa do ex-clube, o Clube do Remo. E outros dois pelo atual clube, o Paysandu. Jhonnatan foi o último dos emblemáticos casos de travessia, expressão que denomina a mudança de ares de jogadores entre os maiores clubes do Pará - cujos estádios estão localizados, coincidentemente, na avenida Almirante Barroso, daí a expressão atravessar a avenida.
Pelo passado e presente, Jhonnatan será um dos personagens centrais do clássico de logo mais, sobretudo porque faz um papel relevante no meio-campo bicolor, atuando como um falso volante, marcando pelo setor direito, e com fôlego para se constituir como elemento surpresa. Tanto que fez dois gols recentemente com a camisa do Paysandu - o primeiro foi contra o Paragominas, e o segundo aconteceu na partida contra o Nacional-AM, pela Copa Verde. Jhonnatan pode, quem sabe, marcar contra o clube que o revelou para o mundo do futebol. De antemão, ele adianta que vai comemorar normalmente. “Comemoro, até porque hoje estou vestindo a camisa do Paysandu, o torcedor vai ao estádio para ver o gol, é o que todo mundo espera. Se eu fizer um gol contra o Remo, vou comemorar com os meus companheiros e com a torcida do Paysandu. Eu tenho que respeitar onde estou hoje”, reagiu,.
Jhonnatan também disse que a sua função é se concentrar na estratégia do treinador Dado Cavalcanti, evitando declarações estendidas sobre o ex-clube. “Já falei várias vezes que tenho um respeito pela Instituição, até porque foi o clube que me abriu as portas, então, tenho respeito, tenho amigos lá. Mas, hoje, estou no Paysandu, defendo as cores do Paysandu. Eu vou dar o meu melhor para fazer com  que o Paysandu saia vencedor”, garantiu.
**Fonte JAmazonia

Dia de debutar no clássico

Além do treinador Dado Cavalcanti, o bicolor terá outros estreantes no jogo de hoje à tarde

Dado Cavalcanti não é o único debutante no clássico-rei da Amazônia. Na provável equipe titular, há outros três jogadores que devem sentir o gosto doce, ou amargo, de disputar o jogo pela primeira vez. São o goleiro Emerson, o meia Radamés e o atacante Aylon. Dos três, Radamés falou sobre o assunto e disse que vive uma expectativa crescente. “Nunca joguei um Re x Pa, mas acredito que seja igual a um Fla-Flu, a um Grêmio e Internacional, enfim, a esses grandes jogos do Brasil. Sei como a torcida se mobiliza em dias de clássico, e estou ansioso”, frisou Radamés.
O meia do Paysandu foi político, quando questionado sobre a qualidade do time do Remo. Segundo Radamés, ele viu alguns jogos do adversário pela televisão. 
Aos 28 anos, Radamés, no entanto, sabe que não há por que temer a pressão do maior clássico da Amazônia. Criado na base do Fluminense, o carioca já atuou em clássicos na sua terra natal e citou um jogo como inesquecível. “Foi um Fluminense e Vasco em uma semifinal de Campeonato Carioca”, disse, referindo-se a uma partida de 2005, quando o volante tinha apenas 18 anos. “O jogo foi para os pênaltis e eu bati o último pênalti. Fiz o gol e a gente foi para a final. Havia 95 mil pessoas no Maracanã. O Romário jogava no Vasco”, disse, saudoso. “Tenho assistido a alguns jogos do Remo, é uma equipe de qualidade, sei dos jogadores que têm lá. É um clássico e todos virão empolgados”.
A questão é saber se o momento de instabilidade do Papão vai influenciar. Durante a semana, o presidente do clube, Alberto Maia, e a diretoria de futebol fizeram questão de se reunir com o plantel, e em tom de cobrança. “A cobrança é normal para um time grande como o Paysandu. Nem precisa dizer que vencer um clássico é sempre muito bem-vindo. Qual presidente, qual jogador que não quer ganhar um clássico?” 
**Fonte JAmazonia

sábado, 28 de março de 2015

Ficha do Jogo Clube do Remo x Paysandu


Clube do Remo X Paysandu
Campeonato Paraense 2015
4ª Rodada do Returno

Local; Mangueirão
Data: 29.03
Hora: 16hs.
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 80,00

Arbitro: Rafael Klaus, FIFA-SP
Auxiliares: Marcelo Van Grasse, FIFA-SP e Alessandro Rocha Matos, FIFA-SP

Clube do Remo
Fabiano, Levy, Yan, Igor João, Jadílson, Alberto, Dadá, Alex Ruan, Eduardo Ramos, Bismark e Val Barreto
Técnico: Zé Teodoro

Paysandu
Emerson, Pikachu,, Dão (Marquinho), Willian Alves, Marlon, Jonhatan, Augusto Recife, Radamés, Rogerinho (Lendro Canhoto), Bruno veiga e Aylon (Sousa)
Técnico: Dado Cavalcanti

Com Rogerinho e Bruno Veiga, Dado convoca 22 jogadores do Papão

O treinador Dado Cavalcanti relacionou 22 jogadores para o clássico de domingo contra o Remo, no Mangueirão. O meia Rogerinho e o atacante Bruno Veiga, que estavam lesionados, e o goleiro Paulo Ricardo são as grandes novidades da lista. O Papão que não vai contar com o goleiro Andrey, com uma lesão na coxa, e o meia Carlinhos, expulso na última partida. 
Os bicolores devem ter pelo menos três mudanças no time titular, com Emerson, Rogerinho e Bruno Veiga ganhando as vagas de Andrey, Carlinhos e, possivelmente, Aylon. O provável time deve ter Emerson; Yago Pikachu, William Alves, Marquinhos (Dão) e Marlon; Augusto Recife, Radamés, Jhonnatan e Rogerinho; Souza e Bruno Veiga (Aylon).
Remo e Paysandu se enfrentam neste domingo, a partir das 16h, no Estádio Mangueirão, pela quarta rodada do segundo turno do Campeonato Paraense. O GloboEsporte.com acompanhará os lances em Tempo Real.
Confira os relacionados do Paysandu para o Re-Pa
Goleiros: Emerson e Paulo Ricardo.
Laterais: Yago Pikachu e Marlon.
Zagueiros: William Alves, Dão, Marquinhos, Pablo e Romário. 
Volantes: Augusto Recife, Jhonnatan, Radamés e Ricardo Capanema.
Meias: Rogerinho, Leandro Canhoto e Djalma.
Atacantes: Souza, Aylon, Bruno Veiga, Heber, Leandro Carvalho e Érico Júnior.

**Fonte GloboEsporte/PA